
Ao lado do trapiche,
ela repousa sobre os áureos raios do sol.
Sentindo o brando vento,
observando-a aumenta meu alento.
Se a intensidade de minhas lágrimas
fosse um medidor de lascívia,
eu seria o maior viciado vivo.
E o meu vício é ela.
O seu corpo desnudo que toco,
Torna meu desejo de viver mais nítido.
Minha libido por ela é a ambrosia
que os deuses me ofertaram.
Na esperança de que nunca morreremos,
eu a louvo com o olhar perdido em seus olhos.
Sempre vindo ao trapiche, ela me fisgou.
Como uma sereia me enfeitiçou.
Para sempre minha luxúria ela ressuscitou.
Por Tiago Fontanella
2 comentários:
o que seria do homem, sem o desejo?
Nossssaaaaaa, fico bonito falar que estais descabelando o palhaço asuhuisahausi.
belo poema
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