domingo, 5 de agosto de 2007

Sobre os encantos da menina amada


Ao lado do trapiche,
ela repousa sobre os áureos raios do sol.
Sentindo o brando vento,
observando-a aumenta meu alento.

Se a intensidade de minhas lágrimas
fosse um medidor de lascívia,
eu seria o maior viciado vivo.
E o meu vício é ela.

O seu corpo desnudo que toco,
Torna meu desejo de viver mais nítido.
Minha libido por ela é a ambrosia
que os deuses me ofertaram.

Na esperança de que nunca morreremos,
eu a louvo com o olhar perdido em seus olhos.
Sempre vindo ao trapiche, ela me fisgou.
Como uma sereia me enfeitiçou.
Para sempre minha luxúria ela ressuscitou.


Por Tiago Fontanella

2 comentários:

Unknown disse...

o que seria do homem, sem o desejo?

Guilherme Quadros disse...

Nossssaaaaaa, fico bonito falar que estais descabelando o palhaço asuhuisahausi.

belo poema