domingo, 10 de agosto de 2008

És tu



Silêncio...Ela...
Sua voz inebriante cala,
permite escutar.
Ao vê-la, úmidos...
Estirar-me, exacerbar a vontade...

Alegra-me em saber...Irradia-me...
Um coração dilacerado,
uma esperança desperdiçada.
Uma Fênix.
Sacia-me a sede que
por ti nasceras.

Beleza que cega,
não ligo.
Ainda resta imaginar,
não cabes.
Desespero.
Sinto a leveza.

Alivia-me, conforta-me.
És tu, com teu toque.
És tu com teu tempo.
Comporta-me, disciplina-me.
Sentir navega a razão.
És tu.
Arte desfigurada,
palavras.
És tu.



Por Deividi Ricardo Pansera



2 comentários:

Anônimo disse...

é o amooor que mexe com minha cabeça e me deixa assim...
haushuhauhsuhs belo poema!

Unknown disse...

Eu achei lindo!!
Profundo...
Inspirador!!
Muito bom!!